20 de junho de 2011

Projeto ECOleta: Coleta Seletiva e Reciclagem em Condomínios

As “bitucas” de cigarros não são biodegradáveis, poluem e podem causar incêndios;

Vinte restos de cigarros são responsáveis por uma poluição equivalente a um litro de esgoto!

A fumaça libera substâncias tóxicas no ar e produzem dez vezes mais partículas de poluição que o escapamento dos modelos novos ambientalmente mais adequados.
A “bituca” de cigarro pode ser reciclada?

Então qual é a solução?

15 de junho de 2011

Sorocaba Receberá Coletores de Bitucas

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Parcerias (Separ), oficializou nesta quarta-feira (8) a parceria com a empresa Poiato Recicla, estação regional de coleta e triagem de bitucas de cigarro. Assim, a partir desta quinta-feira (9), serão instaladas 22 caixas coletoras de bitucas de cigarro em próprios municipais. O material recolhido será encaminhado para a reciclagem e servirá de adubo para plantas em projetos de recuperação ambiental.

10 de junho de 2011

Reciclagem de Bitucas

Tecnologia desenvolvida no Paraná retira resíduos tóxicos das pontas de cigarro e as utiliza no processo de hidrossemeadura

O hábito de fumar já foi alvo de diversas campanhas contrárias à prática, inclusive com a criação de leis. Em abril de 2009, foi aprovada a lei antifumo, que proíbe o uso do cigarro em ambientes fechados em todo o Estado de São Paulo. Deixando de lado o fato de que fumar não faz bem a saúde, o ato de jogar a ponta do cigarro no chão é muito comum e aumentou ainda mais com leis antifumo e com a criação de fumódromos externos, mas pouca gente percebe que a bituca é um lixo ainda mais perigoso por conter substâncias tóxicas. O que fazer?

1 de junho de 2011

Hospital da Mulher instala coletores de bitucas

Hospital da Mulher vai Reciclar Bitucas

O Hospital da Mulher de Santo André está instalando coletores de bituca em áreas destinadas a fumantes. O recolhimento dos filtros de cigarros busca evitar o descarte pelo chão e vias públicas, que causa sérios danos ambientais devido à alta toxidade. Trata-se também de item que pode ser reciclado, transformando-se, entre outros produtos, como por exemplo, adubo de plantas.

“Fechamos apoio de patrocinadores e contrato com a empresa que virá recolher o material. Vamos fazer treinamento de conscientização dos colaboradores e dos pacientes e acompanhantes”, relatou Amauri Chincho, superintendente do Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, gerido pela Fundação do ABC.